Entre experiencialismo e sigilo de estado: a gênese cartográfica da Capitania do Espírito Santo no Atlas Miller (1519) e a base geográfica para a colonização em 1535

O Experiencialismo na história da cartografia portuguesa define-se como o saber-fazer acumulado, fruto da experiência contínua e sistemática de centenas de navegadores, pilotos e cosmógrafos, centralizada pela Coroa. Nele, o fator mais determinante residia, como o seu nome indica, na experiência e observação direta: ‘Não se tratava apenas de ciência teórica, oriunda de gabinetes eruditos […]